A vida é o único que cómpre tomar en serio... ou non
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Que sono...
Teño un can que non me lambo...
E falando doutra cousa, alguén sabe dun neurocirurxián plástico para me someter a un estiramento cerebral, que teño os miolos todos encerellados?
12 comentários:
Anónimo
disse...
Pois é pá, o cérebro é ao contrário da madeira. A madeira incha com a água mas o cérebro parece que encolhe eheheh. E com respeito a sono, tenho a Nina deitada aos meus pés, e um aquecedor debaixo da escrivaninha a fazer as vezes do Sol. Os cães são o máximo. Só estão bem escarranchados nos donos... Beijo e bom fim-de-semana, que me vou até à aldeia.
Passa bem, CãoSarnento, e aproveita para esvaziar a caixa de correios de propaganda, he!
O meu cérebro está tão encolhido, que quando abano a cabeça sinto-o a chocalhar lá dentro.
(Oi, não sei em português, mas em galego, a expressão "ter un/um can/cão" significa estar com muita modorra; "que non/não me lambo" quer dizer "que é muito grande".)
O "não me lambo de sono" também se usa por cá, Sun. Mas a do "can" nunca tinha ouvido falar, de modo que a frase não me soava muito clara.
Ná, impressão tua, precisas lá de um cirurgião (neuro ou plástico)! Bebe um copo que isso passa, ou então dormes mesmo e acordas pronta para outra "maratona"... (`_^)
Agora percebi. Isto de andar por aqui tem a sua utilidade. Algum dia estou mestre em falar Galego eheheh. Afinal não fui para a aldeia. Continua a chover e não se pode ir passear para a serra, fico pela casa da cidade. Lá não tenho net nem TvCabo... Beijo.
Da dica do copo dispenso. Estou cá na linha final da maratona (em quinze dias vou-me livrar desta e já a seguir entro noutra, espero que mais leve) e não me posso permitir ressacas.
Algum dia, CãoSarnento, até ladras galego (esta é uma língua que qualquer um aprende se souber colocar habilmente em cada frase um "caralho" pelo meio e um "ho" ao final (exemplos: "Vai ao carallo, ho!", "Non me toques o carallo, ho!", "Que carallo fixeches, ho?", "Ai que carallo, ho!...).
Então deixaste ficar à calor do sol artificial? Ah, as aldeias são muito lindas quando está bom tempo. Sorte para mim é que não tempo nem para temer a morte, como diz o Caetano, se não já me tinha suicidado.
Beijoca e alegra-me um pouco o fim-de-semana com uns textinhos malvados.
Ó, Anónimo, olha que em galego também se pode dizer assim, mas é canseira de cansaço, não de cão/can, que é mais preguiça misturada com sono e vontade de nada fazer. He! (`_^)
12 comentários:
Pois é pá, o cérebro é ao contrário da madeira. A madeira incha com a água mas o cérebro parece que encolhe eheheh.
E com respeito a sono, tenho a Nina deitada aos meus pés, e um aquecedor debaixo da escrivaninha a fazer as vezes do Sol.
Os cães são o máximo. Só estão bem escarranchados nos donos...
Beijo e bom fim-de-semana, que me vou até à aldeia.
Passa bem, CãoSarnento, e aproveita para esvaziar a caixa de correios de propaganda, he!
O meu cérebro está tão encolhido, que quando abano a cabeça sinto-o a chocalhar lá dentro.
(Oi, não sei em português, mas em galego, a expressão "ter un/um can/cão" significa estar com muita modorra; "que non/não me lambo" quer dizer "que é muito grande".)
O "não me lambo de sono" também se usa por cá, Sun. Mas a do "can" nunca tinha ouvido falar, de modo que a frase não me soava muito clara.
Ná, impressão tua, precisas lá de um cirurgião (neuro ou plástico)! Bebe um copo que isso passa, ou então dormes mesmo e acordas pronta para outra "maratona"... (`_^)
Beijoca e bom fimde!
Agora percebi.
Isto de andar por aqui tem a sua utilidade. Algum dia estou mestre em falar Galego eheheh.
Afinal não fui para a aldeia. Continua a chover e não se pode ir passear para a serra, fico pela casa da cidade. Lá não tenho net nem TvCabo...
Beijo.
Obrigada, Teté, pelo esclarecimento linguístico.
Da dica do copo dispenso. Estou cá na linha final da maratona (em quinze dias vou-me livrar desta e já a seguir entro noutra, espero que mais leve) e não me posso permitir ressacas.
Bom fim-de-semana!
Algum dia, CãoSarnento, até ladras galego (esta é uma língua que qualquer um aprende se souber colocar habilmente em cada frase um "caralho" pelo meio e um "ho" ao final (exemplos: "Vai ao carallo, ho!", "Non me toques o carallo, ho!", "Que carallo fixeches, ho?", "Ai que carallo, ho!...).
Então deixaste ficar à calor do sol artificial? Ah, as aldeias são muito lindas quando está bom tempo. Sorte para mim é que não tempo nem para temer a morte, como diz o Caetano, se não já me tinha suicidado.
Beijoca e alegra-me um pouco o fim-de-semana com uns textinhos malvados.
Em tuga:
'Estou com uma canzeira que nem me tenho'
Ó, Anónimo, olha que em galego também se pode dizer assim, mas é canseira de cansaço, não de cão/can, que é mais preguiça misturada com sono e vontade de nada fazer. He! (`_^)
Eu conheço é aquela: "tou com uma cadela que nem me aguento" loooooool :D
E não será, T&á-se bem!, que estás com uma cadela que nem te aguenta...? (`_^)
Mas aguento-me! ahahahaha :p
Que remédio, Tá-se bem! A gente tem de se aguentar... (`_^)
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